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quinta-feira, 20 de maio de 2010

Pensador.

"Esquece todos os poemas que fizeste. Que cada poema seja o número um."

Mario Quintana

Um livro.

MORTE E CHOCOLATE

Primeiro, as cores. Depois, os humanos. Em geral, é assim que vejo as

coisas. Ou, pelo menos, é o que tento.


• EIS UM PEQUENO FATO •

Você vai morrer.


Com absoluta sinceridade, tento ser otimista a respeito de todo esse

assunto, embora a maioria das pessoas sinta-se impedida de acreditar em mim,

sejam quais forem meus protestos. Por favor, confie em mim. Decididamente, eu

sei ser animada, sei ser amável. Agradável. Afável. E esses são apenas os As. Só

não me peça para ser simpática. Simpatia não tem nada a ver comigo.


• REAÇÃO AO FATO SUPRACITADO •

Isso preocupa você?

Insisto não tenha medo.

Sou tudo, menos injusta...

• UMA PEQUENA TEORIA •


As pessoas só observam as cores do dia no começo e no fim, mas, para mim, está

muito claro que o dia se funde através de uma multidão de matizes e entonações, a cada momento que passa.

Uma só hora pode consistir em milhares de cores diferentes.

Amarelos cereos, azuis borrifados de nuvens. Escuridões enevoadas.

No meu ramo de atividade, faço questão de notá-los.

É só uma pequena história, na verdade, sobre, entre outras coisas:

* Uma menina

* Algumas palavras

* Um acordeonista

* Uns alemães fanáticos

* Um lutador judeu

* E uma porção de roubos


Vi três vezes a menina que roubava livros.



A menina que roubava livros

Autor:Markus Zusak


Uma de minhas leituras,amei o livro uma visão muito interesante de uma época de guerra.


Além de que quando a morte conta uma historia você não pode deixar de ler,são momentos raros.

Ate mais!!!

Sobra Tanta Falta


Da luz do sol quando chove muito,
Do frescor da chuva quando faz muito sol,
De um amigo que viajou,
De alguém que se foi para o outro mundo,
Da primavera de algum ano da vida da gente.
Da luz da lua em uma noite qualquer,
De cantar no chuveiro sem se preocupar com a afinação,
De beijar na chuva.
De olhar o por do sol em um outono no ano que passou,
De fotografar a borboleta em seu mundo de manteiga,
De viajar sem destino,
De destino nunca ter...

Jéssica Del'Nero

Pensador.

"A preguiça é a mãe do progresso. Se o homem não tivesse preguiça de caminhar, não teria inventado a roda."

*Mario Quintana

Sobra Tanta Falta...Teatro Mágico


A falta as veses tem musica...


quinta-feira, 15 de abril de 2010

O Caderno

Buenas!!!
Aqui vai mais musica,nada melhor que canções
pra acalentar a alma...
Essa é de um grande mestre Toquinho espero que gostem.
Obs:Segunda eu posto o video!!!


O caderno

Sou eu que vou seguir você
Do primeiro rabisco até o bê-a-bá
Em todos os desenhos
Coloridos vou estar
A casa, a montanha, duas nuvens no céu
E um sol a sorrir no papel

Sou eu que vou ser seu colega
Seus problemas ajudar a resolver
Te acompanhar nas provas bimestrais
Você vai ver
Serei de você confidente fiel
Se seu pranto molhar meu papel

Sou eu que vou ser seu amigo
Vou lhe dar abrigo
Se você quiser
Quando surgirem seus primeiros raios de mulher
A vida se abrirá num feroz carrossel
E você vai rasgar meu papel

O que está escrito em mim
Comigo ficará guardado
Se lhe dá prazer
A vida segue sempre em frente
O que se há de fazer

Só peço a você um favor
Se puder
Não me esqueça num canto qualquer...

Ate a procima...^^

terça-feira, 13 de abril de 2010

Anime!!!

Oyasumi !!!
Bom ai vai atradução de uma das musicas de abertura de um anime que eu amo,Inuyasha.
Espero que gostem...

Fukai Mori (tradução)


Agora no fundo da densa, densa floresta, certamente
Despertou o que estava escondido dentro do meu coração

Quanto mais me esforço a procurar o poder, mais me canso
Todos irão desaparecer na escuridão eterna

Mesmo se for pequena, certamente verei a tristeza

Quanto mais vivemos
Mais coisas perdemos pouco a pouco
Perdido num vale, num chão inseguro
Nos impossibilitando de falar e chorar

Assim como o céu, muito, muito azul, ferido
Todos os dias, o cedro vai para o rio.

Uma estrutura alcançável, a mão da voz
Um fraco e antigo coração está começando a bater novamente!

No "ritmo" do tempo, talvez voarei mais uma vez

Vivemos em qualquer lugar
Enquanto viajamos sem direção
Procurando a luz até encontrar,
Eu caminho com você.

Quanto mais vivemos
Mais coisas perdemos pouco a pouco
Perdido num vale, num chão inseguro
Nos impossibilitando de falar e chorar


Vivemos em qualquer lugar
Enquanto viajamos sem rumo
Olho para trás
O caminho tortuoso
Andando para sempre

Vivendo para sempre impossibilitados de falar e chorar.